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    Posts Tagged ‘resenha’

    Resenha do show no Vicente Calderón

    quinta-feira, junho 17th, 2010

    A revista Rolling Stone espanhola publicou um review do show que aconteceu ontem (16/06) no estádio Vicente Calderón, em Madrid, confira a tradução:

    musemadrid

    “O Vicente Calderón cheio até a boca. A expectativa é máxima, ainda mais quando o Editors, que pouca gente foi ver, acaba. O público canta as músicas que tocam no tempo de espera, entre elas, Vertigo do U2. O estádio está pegando fogo.
    As luzes se apagam, e pessoas segurando bandeiras aparecem sobre o palco espetacular, em forma de uma pirâmide, da esperada banda Muse. Vitoriosos, parecem gladiadores a ponto de lutar contra feras. É nesse momento, e durante todo o show, que o Calderon vem abaixo. A euforia toma conta desde a pista até a arquibancada. 50.000 pessoas levantam os braços, como no exército mais poderoso. As músicas começam a tocar, uma atrás da outra: Uprising, Supermassive Black Hole, New Born.. O som não está a altura do espetáculo, principalmente no início, mas é a única coisa que falha um pouco.
    (mais…)

    Resenha do Rock in Rio Lisboa 2010!

    sábado, maio 29th, 2010

    Recebemos a resenha do Rock in Rio Lisboa de um dos ganhadores da promoção da Saraiva!

    Wallo, que é membro do Fórum Muse Brasil, ganhou a promoção com esse vídeo de Feeling Good!

    Confira abaixo um trecho:

    [...] Bem, pra quem não sabe, eu fui um dos ganhadores da promoção Saraiva Muse. E apesar de até então não ter nada certo, tive de chegar no Rock In Rio mais cedo, pois havia a possibilidade de haver um meeting com a banda. Foi uma quinta feira ensolarada em Lisboa. O parque onde foi o show, é um vale e estava batendo um vento bem frio, principalmente na parte mais em baixo, que era onde ficava o palco.
    E depois de ficar por umas 4 horas esperando, foi confirmado. Encontraríamos a banda antes do show por alguns minutos. Cara, meu mundo parou. Até o momento onde me ví sentado num sofa(junto com outras 3 peessoas) e saindo dum trailler-camarim o Dom, o Chris e o Matt. Eu estava emocionado demais e quase não consegui conversar com eles e o tempo logo acabou. Tiramos umas fotos, trocamos umas poucas palavras e eu ESQUECI de pedir uma palheta… ¬¬’ [...]

    Leia a resenha na íntegra no nosso fórum.

    Créditos: Wallo Old Copeland

    Lista de melhores de 2009 da Rolling Stone

    quarta-feira, janeiro 27th, 2010

    A Rolling Stone desse mês publicou uma lista de 50 melhores discos e 50 melhores músicas de 2009, estavam divididas em 25 nacionais e 25 internacionais, Muse apareceu em ambas as listas.

    14 – Muse – The Resistance – Warner

    The Resistance completa uma espécie de trilogia do apocalipse pós-moderno iniciada com Absolution e perpetuada com Black Holes and Revelations. Os disco é a trilha sonora da melhor ficção científica jamais concebida. “Exogenesis”, uma sinfonia roqueira de 15 minutos dividida em três atos, coroa esse inusitado álbum.

    14 – “Uprising” – Muse

    A faixa tem um ritmo militar e sombrio que sustenta sua letra de cunho político – tema recorrente para uma banda que leva a megalomania às últimas conseqüências.

    Resenha sobre o videoclipe de UD

    sexta-feira, novembro 6th, 2009

    Will Hines escreveu sua resenha sobre o videoclipe de Undisclosed Desires para a Consequence Of Sound. Suas opiniões em geral são:

    “Undisclosed Desires é uma música fantástica no estilo Depeche Mode, mas o videoclipe é horrível.”

    “O vídeo apresenta uma série de idéias interessantes, mas que estragam tudo quando se juntam na tela.”

    “O estilo da dançarina não tem nada a ver com a música, dançando e pulando totalmente fora de sincronia”

    “No geral, esse é um dos piores videoclipes da banda…enfim, não assistam.”

    Concordam?

    Fonte: Consequence of Sound

    Resenha de The Resistance

    quinta-feira, julho 9th, 2009

    “Houve um encontro com o Muse? Um pouco de paciência. Primeiro, um contexto: o trio de Devon, Muse, irá lançar seu quinto álbum em 14 de setembro. Entitulado “The Resistance”, terá 11 faixas. Por medo de pirataria, a Warner, gravadora da banda, organizou uma “promo” com o grupo na quarta-feira, 8 de julho, em um hotel parisiense no 8th Arrondissement. Eu e alguns jornalistas pudemos ouvir o “The Resistance” somente uma hora e meia antes da minha entrevista com a banda. No final, minha entrevista foi reduzida a 15 minutos.

    Duas semanas atrás, eu estava em um quarto de hotel em Paris com os Beastie Boys. Nós nos encontramos tendo que fazer uma entrevista após uma única audição sem as letras. Mesmo se ouvisse dez vezes, não seria suficiente para escrever uma resenha adequada. Não reclamaremos desse tipo de encontro, mas, sinceramente, qual é motivo deles organizarem algo assim? Como você consegue chegar no fundo das coisas quando você tem somente 15 minutos com um artista que trabalhou 3 anos para preparar sua música? Como nós perguntamos perguntas respeitosas quando nós ouvimos o trabalho deles uma hora antes, em um fone de ouvido, em uma suíte de hotel, vigiados por seguranças que procuraram, dos nossos pés as nossas cabeças, por aparelhos de gravação?

    De qualquer forma, “The Resistance” possui 11 faixas; a sinfonia “Exogenesis” é dividida em três momentos. Minha primeira impressão deste album é de que ele é poderoso, mas talvez menos extravagante que os álbums anteriores.

    01. “Uprising” – 5:02
    A voz de Matt Bellamy é mais profunda do que o normal. No quesito letras, possui uma veia similar: conspiração, apocalipse… Ele anuncia uma “união”, fala sobre uma “vitória” e que “eles não nos controlarão”. O som ainda é bem pesado e denso, acompanhado por sintetizadores bem equipados. A estrutura da música é simples para variar.

    02. “Resistance” – 5:46
    Entrada com piano e bateria cavalgada. Você pode jurar que Freddie Mercury participa do coro.

    “03. “Undisclosed Desires” – 3:56
    Um som que lembra muito o Depeche Mode paira sobre esta obra que não possui guitarras, mas, sim, vocais arranjados com vocoder*.

    04. “United States Of Eurasia (+ Collateral Damage)” – 5:47
    Soa como Bohemian Rapsody (Queen) + Lawrence da Arábia (trilha de Maurice Jarre) + Chopin = um longo rock clássico viajante de filme. O falsete de Matthew se faz presente. A faixa termina com o som de um jato. (Nave espacial? Ou um míssil?)

    05. “Guiding Light” – 4:13
    O retorno dos solos de guitarra, uma das marcas do “estilo bombeiro”** do Muse.

    06. “Unnatural Selection”
    Entrada com orgão de igreja antes da bateria e das guitarras poderosas. Uma música épica e lírica.

    07. “MK Ultra”
    Sons eletrônicos e riffs tipo “fisiculturistas”***.

    08. “I Belong To You (+ Mon Coeur S’ouvre À Ta Voix)”
    O título é emprestado da ópera Sansão e Dalila. Ritmo surpreendentemente lento. Um clarinete entra no final da música. Matt Bellamy canta alguns versos em francês… muito difícil de enteder.

    09. “Exogenesis: Symphony Part I (Overture)”
    10. “Exogenesis: Symphony Part II (Cross Pollination)”
    11. “Exogenesis: Symphony Part III (Redemption)”

    A voz de Matt Bellamy lembra muito a de Thom Yorke. Essa sinfonia quase pode passar por “guilty pleasure” de um artista apaixonado por um compositor romântico como Chopin e Liszt…

    O grupo foca no visual. Seria questão do desafio de um homem perante as massas. Pedi ao Dominic para escrever o nome do artista inglês que trabalha sobre isso: La Bocca. Nada no Google. LaBoca, ao contrário, indica alguma coisa.

    Quanto à inspiração, Matthew Bellamy me falou do Queen, do 1984 de George Orwell, de um livro denso chamado “O Grande Tabuleiro de Xadrez”, do analista político Zbigniew Brezninski, da ópera Sansão e Dalila e de outras coisas ainda. Se vocês quiserem, vamos falar disso quando o disco sair.”

    _______ N.T.: *Vocoder faz aquela voz de robôzinho, como a de Supermassive Black Hole.
    **”Style pompier” no original. “Pomposo” na tradução do MuseLive.
    ***”Bodybuilder” no original. “Meaning very very powerful?” (Muito muito poderoso?) na tradução no MuseLive.

    Fonte: JudeBox