O site Denverpost.com, como parte da entrevista, fala sobre três inspirações do vocalista Matthew Bellamy

Você se lembra do primeiro CD que comprou? Do primeiro show que foi? Seu artista favorito daquela época que ainda era todo espinhento na sexta-série? Bom, não é sobre isso que falaremos. Esta tragetória será sobre três artistas/álbuns que tiveram impacto/influenciaram você ao longo dos anos – Você como músico, Matt Bellamy, vocalista/guitarrista/pianista do Muse. Então falemos de sua tragetória.
“Música clássica é parte do que sempre fizemos. Sempre tivemos um lado clássico. Mas nunca tentamos usá-lo inteiramente. Como agora.
16 anos de idade
“Quando comecei a tocar em bandas, não me sentia confortável com o meu vocal. Naquela época, tudo o que tocava nas rádios era Nirvana e Pearl Jam, e eles eram grandes. Todo mundo queria ter aquele tipo de voz. E na cidade de onde viemos, todas as bandas estavam se firmando, e eu não me encaixava até assistir ao Jeff Buckley. Acho que foi no Reading Festival em 94. Nunca tinha ouvido falar dele. Naquela hora ninguém estava tocando no palco principal, e decidi ir para o segundo palco, e eu ouvi uma voz aguda vindo de lá. Me deixou de queixo caído. Nunca tinha ouvido nada parecido, e a voz dele era incrível. Ele me motivou a me sentir mais seguro para cantar e ser um tenor.”
19 anos de idade
“A primeira obra que ouvi de Hector Belioz foi ‘Grande Messe des Morts’, que significa ‘a magestosa morte de nossas almas’, ou algo parecido, quando tinha 19 anos. Foi o primeiro contato que tive com música clássica. Acho que todo mundo conhece um pouco de música clássica, mas não leva tanto a sério quanto rock quando você é um adolescente. Mas daí eu ouvi aquela música, e fiquei de queixo caído, porque era tão pesada e poderosa, do mesmo jeito que o rock é pesado, grandioso e extremo, e eu fiquei chocado de saber que existia música daquele tipo.”
33 anos de idade
“Lady Gaga. O que ela faz visualmente como artista performática. Ela não é apenas musicista, ela é uma verdadeira artista no que faz no palco, no forma que se veste, no jeito que canta. Ela é intrigante. Toda a imagem e personalidade dela são incríveis.”
Fonte: Denverpost.com






































