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    Posts Tagged ‘Matt’

    Entrevista com Matt no Denverpost.com [2]

    sábado, outubro 2nd, 2010

    O site Denverpost.com, como parte da entrevista, fala sobre três inspirações do vocalista Matthew Bellamy

    Você se lembra do primeiro CD que comprou? Do primeiro show que foi? Seu artista favorito daquela época que ainda era todo espinhento na sexta-série? Bom, não é sobre isso que falaremos. Esta tragetória será sobre três artistas/álbuns que tiveram impacto/influenciaram você ao longo dos anos – Você como músico, Matt Bellamy, vocalista/guitarrista/pianista do Muse. Então falemos de sua tragetória.

    “Música clássica é parte do que sempre fizemos. Sempre tivemos um lado clássico. Mas nunca tentamos usá-lo inteiramente. Como agora.

    16 anos de idade

    Quando comecei a tocar em bandas, não me sentia confortável com o meu vocal. Naquela época, tudo o que tocava nas rádios era Nirvana e Pearl Jam, e eles eram grandes. Todo mundo queria ter aquele tipo de voz. E na cidade de onde viemos, todas as bandas estavam se firmando, e eu não me encaixava até assistir ao Jeff Buckley. Acho que foi no Reading Festival em 94. Nunca tinha ouvido falar dele. Naquela hora ninguém estava tocando no palco principal, e decidi ir para o segundo palco, e eu ouvi uma voz aguda vindo de lá. Me deixou de queixo caído. Nunca tinha ouvido nada parecido, e a voz dele era incrível. Ele me motivou a me sentir mais seguro para cantar e ser um tenor.

    19 anos de idade

    A primeira obra que ouvi de Hector Belioz foi ‘Grande Messe des Morts’, que significa ‘a magestosa morte de nossas almas’, ou algo parecido, quando tinha 19 anos. Foi o primeiro contato que tive com música clássica. Acho que todo mundo conhece um pouco de música clássica, mas não leva tanto a sério quanto rock quando você é um adolescente. Mas daí eu ouvi aquela música, e fiquei de queixo caído, porque era tão pesada e poderosa, do mesmo jeito que o rock é pesado, grandioso e extremo, e eu fiquei chocado de saber que existia música daquele tipo.

    33 anos de idade

    Lady Gaga. O que ela faz visualmente como artista performática. Ela não é apenas musicista, ela é uma verdadeira artista no que faz no palco, no forma que se veste, no jeito que canta. Ela é intrigante. Toda a imagem e personalidade dela são incríveis.

    Fonte: Denverpost.com

    Entrevista com Matt no Denverpost.com

    sexta-feira, outubro 1st, 2010

    O site Denverpost publicou uma entrevista com Matt falando sobre as proporções dos shows da turnê The Resistance e sobre o álbum. Confira nossa tradução:

    Colorado e Muse têm tido alguns desencontros recentemente.

    O último show do Muse no estado foi cancelado de forma repentina pela Mãe Natureza. Quando a banda Britânica viajava no sentido oeste de Colorado a caminho do show no 1stBank Center em Abril, uma nevasca atingiu a estrada. Em pouco tempo, as estradas de Vail Pass já não eram uma opção para os transportes cheios de equipamentos de luz, som e produção da banda.

    Nós teríamos conseguido passar de carro, mas os equipamentos e amplificadores ficaram presos na neve.” Matt Bellamy, vocalista da banda, disse semana passada. “No meio da noite nos ligaram dizendo que não havia condições de ir em frente. Então demos meia volta e fomos para o aeroporto pegar um vôo para Los Angeles. Ou algum outro lugar na California – Para o lugar onde seria o próximo show. Acho que foi o Coachella.

    Adiamentos à parte – Compensando o show cancelado, Muse se apresenta no Pepsi Center neste sábado – A banda está aproveitando seu melhor ano nos EUA. O grupo de rock, conhecido por suas obras sinfônicas e grandes composições, finalmente se apresentará nos Estados Unidos nos locais de shows que farão justiça a sua poderosa e extraordinária produção: Arenas.

    (mais…)

    Entrevista com o Matt na revista Time Out

    domingo, setembro 12th, 2010

    Semana passada o Matt deu uma entrevista para a revista Time Out, confira os scans e a tradução:

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    Pomposo. Exagerado. Bombástico. Pretensioso. Esses adjetivos – e vários outros – parecem se aplicar ao Muse mais facilmente do que ostras grudam em baleias. Para alguns, o trio de Teignmouth a mistura de rock alternativo operático, pop épico sobrio e metal barroco é tão exagerada que faz o Queen soar como minimalistas tímidos. O frontman Matt Bellamy é conhecido pela sua fixação por ficção científica (as músicas do Muse tem títulos como “Supermassive Black Hole” e “Knights Of Cydonia”).
    Para um músico que já foi criticado quase tantas vezes quanto foi aclamado, e que agora está experimentando o aumento da atenção da imprensa por estar namorando uma famosa atriz de hollywood, o pequeno (pouco mais que 1,67) e magro Matt Bellamy parece incrivelmente otimista, são e centrado. Quando apresentado àquela lista de adjetivos e perguntado porque ele algumas pessoas são contra tão radicalmente contra ela, a sua reação é uma risada generosa e acolhedora.
    “Eu acho que algums pessoas acham que não é pessoal o bastante” ele explica “Elas não gostam de nenhum elemento da performance que não é “honesto”, ou que exista alguns elementos teatrais que não é o coração do que a pessoa realmente é. Eu amo os dois lados. Eu adoro uma apresentação mais “pé no chão” com um violão, como Bob Dylan, e eu adoro a criação maluca e teatral em larga escala de Hector Berlioz, que é desenvolvido para tirar você da realidade do dia a dia.”
    (mais…)

    Matt na revista QNow

    segunda-feira, agosto 23rd, 2010

    Matt saiu na revista QNow desse mês como “Face of the month” (rosto do mês).

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    (clique na foto para vê-la em tamanho maior)

    Nessa edição da revista ainda foi publicada uma entrevista com o Jay-Z, em que ele fala sobre o show do Muse que ele viu no festival Coachella no dia 17/04:

    “O homem é um superstar (Matt). São apenas três caras mas eles fazem um show que te faz sentir como se estivesse ocorrendo a evacuação do planeta”. Falando sobre Bellamy, ele disse que todas as coisas boas vêm de Devon e disse ao Matt que ele é incrível. Ele disse também que os detalhes do show da banda o deixaram de boca aberta.

    Fonte: board.muse.mu

    Matt fala sobre Jimi Hendrix na NME

    terça-feira, agosto 17th, 2010

    A NME publicou um artigo em que o Matt fala o que o guitarrista Jimi Hendrix significa para ele. Confira a tradução:

    Os som futurístico de Hendrix inspirou Matt Bellamy do Muse a escolher a guitarra e criar o seu próprios sons distorcidos.

    A primeira vez que eu fiquei realmente animado com a guitarra foi quando eu tinha mais ou menos 12 anos. Na época eu não gostava muito de música pesada, gostava mais de coisas como as que meu pai tocava – coisas tipo Dick Dale e Simon & Garfunkel.
    Mas então eu vi um vídeo do Jimi Hendrix apresentando o seu famoso set no Monterey Pop Festival. Mais do que as músicas, o que mudou minha vida foi a liberdade, a expressão que ele trouxe para a performance. Havia uma sensação de perigo e selvageria imprudente quando ele quebrou sua guitarra no final, e então ateou fogo.
    Após isso eu comecei a tocar violão. Para mim, Hendrix não é necessariamente sobre melodias ou acordes, é sobre a energia que ele traz, a maneira como o conjunto da sua personalidade psicodélica, louca e ligeiramente drogada sangra através do que ele está tocando. Ele possui tanta maestria sobre o instrumento que você esquece que ele está tocando um instrumento.
    Ele foi um pioneiro em usar o estúdio em si como um instrumento – extraindo sons incomuns até que o ambiente se tornasse uma expansão da sua própria critividade. Nós trabalhamos no Eletric Ladyland Studios em parte do “Black Holes and Revelations”. O local é realmente incomum: não foi mudado desde que Hendrix construiu, mas ainda parece muito futurístico.
    Não um jeito futurístico retrô – ele realmente te faz pensar no futuro. Foi interessante porque quando as pessoas pensam no Hendrix, pensam em alguém com os pés no chão e triste, elas não pensam em espaço sideral e 2001.
    Ele foi um dos primeiros a construir o seu próprio estúdio, em parte porque a conta do seu álbum anterior foi astronômica por causa do intenso perfeccionismo que ele possuía: “Gypsy Eyes”, por exemplo, foi regravado 43 vezes antes de ele achar que estava bom.
    Eu consigo me relacionar com esse tipo de perfeccionismo. Eu não consigo imaginar que tipo de sons impossíveis que ele seria capaz de fazer em um estúdio moderno. Acho que nunca vamos saber.

    Fonte: NME