Matt deu uma entrevista para o jornal australiano Sydney Morning Herald. Confira a tradução:

Matt Bellamy gosta de um drama. Você pode perceber na música melodramática de sua banda , Muse. Você pode ver na pompa e teatro dos seus shows ao vivo. E, se você não acredita, você poderia dizer que o namoro dele com a atriz Kate Hudson é mais uma evidência.
Ele é o frontman e escritor-chefe de uma das maiores bandas do mundo. O trio Inglês – Bellamy, baterista Dominic Howard e o baixista Chris Wolstenholme – se conheceram quando adolescentes em Devon e tem expandido sua fã-base a cada álbum que lançam.
Inicialmente classificado como uma cópia do Radiohead, desde o seu álbum de estréia Showbiz, cada album lançado do Muse possui mais pompa e liberdade do que o seu predecessor.
Em uma conversa, o pequeno Bellamy é educado e relativamente modesto. Ele fica um pouco tímido ao explicar a criação da sinfonia em 3 partes de 15 minutos que define o álbum de 2009 do Muse, The Resistance.
O que o Muse se tornou e o papel que Bellamy tem desempenhado requer mais do que educação ao telefone e modéstia. Ele contou que quando ele era criança, vivenciou o que ele achou ser na época sonhos aleatórios. Nesses sonhos, ele podia se ver tocando em grandes estádios pelo mundo, fazendo show gigantes em estádios. Mas todo fã de musica possui esses sonhos, não é?
“Sim mas quando eles se tornam realidade você olha para trás e pensa sobre isso,” ele diz. “Você pensa: era o sonho prevendo o futuro ou é somente ter confiança, acreditar e fazer acontecer? É estranho. Eu vi tão claramente coisas que realmente aconteceram, certos shows e momentos, e eu me senti como eu soubesse o que ia acontecer. Foi arrogância ou previsão do futuro.”
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