A NME publicou sua resenha/crítica ao Muse e ao show da banda no Glastonbury Festival ontem! Confira o que a revista tem a dizer:
As pessoas gostam de enfatizar certos momentos do Glastonbury – Aqueles instantes de transcendência e comunhão, em que a banda, o clima e o público estão em completa harmonia.
Ontem Muse proporcionou um momento que poucos esquecerão: Uma versão extraordinária e de tirar o fôlego de “Where The Streets Have No Name”, do U2, com a participação do The Edge na guitarra.
Aquele riff de guitarra do começo foi feito para eventos gigantescos como esse. Segundo Bono, U2 estava planejando abrir o show com essa música – Você pode imaginar o quão maravilhoso teria sido a apresentação deles se não tivessem sido forçados a cancelar.
Pena que o resto do show do Muse não foi tão emocionante. Foi interessante ver o The Edge se juntar a eles no palco, porque as duas bandas têm algo em comum.
As duas bandas sabem fazer tanto algo de fundamental grandiosidade, e algo tão vazio que chega a ser gritante (E as duas bandas têm ido em direção a segunda descrição em seus respectivos últimos álbuns).
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