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	<title>MuseBrasil.com &#187; França</title>
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	<itunes:summary>Podcast MuseBrasil: músicas raras, b-sides e versões ao vivo do repertório da banda Muse. </itunes:summary>
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		<title>MuseBrasil.com &#187; França</title>
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		<title>Entrevista para revista francesa</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Jul 2010 03:27:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Muse Brasil</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A revista francesa Rock &#038; Folk publicou em Junho uma matéria sobre a banda, que inclui uma entrevista no final. Confira a tradução e scans:

Se existem bandas que nós gostamos de odiar, existem algumas que nós odiamos gostar. Muse está entre as últimas.
É como a misteriosa cobertura de bolo inglesa &#8220;English Marmite&#8221;, escuro e picante, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A revista francesa Rock &#038; Folk publicou em Junho uma matéria sobre a banda, que inclui uma entrevista no final. Confira a tradução e scans:</p>
<p><center><a href="http://erato1.files.wordpress.com/2010/06/rockfolk.jpg" target="_blank"><img src="http://erato1.files.wordpress.com/2010/06/rockfolk.jpg" width="220" height="315" alt="cover" /></a></center></p>
<p>Se existem bandas que nós gostamos de odiar, existem algumas que nós odiamos gostar. Muse está entre as últimas.<br />
É como a misteriosa cobertura de bolo inglesa &#8220;English Marmite&#8221;, escuro e picante, repulsivo ou viciante: ame ou odeie.<br />
No entanto, prós e contras só podem afirmar que a rápida ascensão da banda à posição de &#8220;melhor banda ao vivo do mundo&#8221; é um fenômeno fascinante.<br />
Em apenas 3 anos esses três garotos que ensaiavam em sua garagem agora estão com ingressos esgotados para 2 shows no Stade de France e venderam 80.000 ingressos para o show no estádio Wembley em menos de 12 minutos.<br />
Você poderia ir mais alto? Você teria que alugar um planeta!<br />
<span id="more-6961"></span><br />
<strong>Uma nova chama</strong></p>
<p>Eles têm sido classificados em muitos estilos musicais, mas é muito difícil classificar o Muse. As músicas são complexas, experimentais, letras são paranóicas, exultantes e românticas; a voz lírica de 3 oitavas de Bellamy e suas performances ao vivo deixam você sem ar. Quer você goste ou não, Muse é faraônico.</p>
<p>Obcecados com pirâmides, ficção científica, ópera, caos político e a idéia de uma resistência, os 3 alguma coisa de Devon construíram um império, uma catedral, uma febre mundial.</p>
<p>Quando o seu segundo (e um dos melhores) álbum, Origin Of Symmetry, foi lançado, críticos (como a NME) foram confundidos por sua maturidade e certa modernidade que eles trouxeram à uma forte herança musical (filhos de Kobain, Kafka, Mahler&#8230;). Muse é uma máquina de guerra. Os álbuns deles são templos, seus shows são para platéias enormes, a música deles é enérgica e eletro-magnética, como nenhuma outra. Quando o brit-pop reina, os 3 rapazes trazem uma nova chama à música.</p>
<p>Se o Muse fosse um filme, seria um mix de 2001, Kubric e Stargate, uma criatura mutante, metáfisica com efeitos especiais. Muse é a mistura de Queen com Rachmaninov voando a velocidade da luz num acelerador de partículas.</p>
<p>É durante a turnê do The Resistance que nós conhecemos esses 3 caras jovens, inteligentes e legais prontos para acender o estádio.<br />
Como toda lenda, existe o início. O destino fantástico de Matthew Bellamy, Dominic Howard e Chris Wolstenholme começa em Teignmouth, Devon, na Inglaterra. Esses amigos de infância, entediados em sua pequena cidade, são mais enteressados em Nirvana e Smashing Pumpkins do que no Brit-pop. Como muitas outras crianças eles montam uma banda, de alguma forma sonhando com o sucesso. Bellamy é um jovem prodígio da música com pais separados, ele começa a tocar piano e guitarra para atrair a atenção do pai (membro do The Tornadoes, banda com hits no primeiro lugar nas paradas americans nos anos 60). </p>
<p>O garoto escuta Blues, Jazz e o mais importante, música clássica, o que sempre será influência nas composições do Muse. Carismático e inquieto, ele frequentemente fala sobre sua paixão por Chopin, Berlioz e Tchaikovski. Quando adolescente, ele se torna amigo de Dom Howard e Chris Wolstenholme e juntos eles participam de várias batalhas de bandas na escola, sob vários nomes, proporcionando uma performance intensa e violenta.<br />
Bellamy, um homem frágil com penetrantes olhos azuis lembra: &#8220;Nós tinhamos apenas 18 anos, com roupas e maquiagem escandalosas, causando estrago no palco, mas vencemos e a partir dali nós decidimos levar nossa música um pouco mais a sério&#8221;. Em 1998 eles assinam seu primeiro EP com a Taste Media. O primeiro álbum, Showbiz (1999) era o início de uma ascensão supersônica. A marca do Muse já estava sobre ela, intenso, poderoso, lírico, cheio de riffs pesados e com um senso épico de paranóia.<br />
Showbiz foi o começo, mas foi OOS (lançado em 2001), que deu a banda uma grande exposição nas rádios. Mais sombrio e complexo, esse álbum tem forte influência clássica, com uma pitada de ópera-rock e sons experimentais, como em Space Dementia, ainda uma das favoritas de Bellamy. Um rock híbrido nasceu, um monstro glam com muitas queixas, um grito de fúria de um mundo saturado de informações e mentiras.</p>
<p>Dois anos depois, assistir a performance da banda em Paris na Bercy Arena, é um tapa na cara. Um show que tira você do chão, um fervor religioso que apenas Depeche Mode alcançou antes disso. Doce e apimentado, as músicas possuem riffs monumentais e partes melancolicas no piano.<br />
Desde então Muse recebeu inúmeros prêmios de &#8220;melhor banda&#8221; e &#8220;melhor banda ao vivo&#8221;.  Esses 3 jovens possuem uma performance incrível com um som incomum e poderoso. É enorme, com projeções de vídeo escandalosas e muitas luzes e efeitos especiais.</p>
<p><strong>A palavra de ordem: Resistência</strong></p>
<p>Alguns anos depois eles venderam todos os 80.000 ingressos para dois shows no estádio Wembley.</p>
<p>Eles poderiam ter imaginado que chegariam a isso? Dominic relembra: &#8220;Nós sempre tivemos sonhos assim quando éramos crianças, 16/17 anos, a gente queria coisas grandes. Eu fui pela primeira vez ao Reading Festival em 1994 e eu imaginava a gente no palco principal. Eram sonhos e aspirações. Eu estava assistindo o show do RATM e pensando &#8216;é realmente de matar, nós temos que subir naquele palco algum dia&#8217; e nós subimos. Mas nós fomos mais longe do que esperávamos, o que é um pouco contraditório já que sonhávamos com isso, mas ao mesmo tempo realmente nos surpreendeu&#8221;.</p>
<p>Foi na França que a magia funcionou primeiro, o que criou um forte vínculo da banda com o país. Os álbuns continuaram vindo a cada 2 anos, o Absolution em 2003 os trouxe para o lado main stream da força. Paradoxalmente, quando mais complexas e épicas as músicas, quanto mais místicas as letras, maior é o sucesso. No entanto, é a partir desse momento os fãs mais hardcore fogem porque não é mais legal ser fã dessa banda com aspectos paranóicos. Muse é também uma atitude, relembrada repetidamente pelas altas oitavas de Bellamy, com uma palavra de ordem: &#8220;Resistência&#8221;.</p>
<p>As músicas transmitem sentimentos universais: raiva, frustração, o desejo pela perfeição. A jovem banda não fazia concessões. Eles abandonaram a Maverick, sua gravadora nos EUA, porque a gravadora queria tornar sua música mais amigável para as rádios.  Eles conseguiram ter sucesso em ambos os lados, mantendo seu lado mais àspero e seu lado mais popular.<br />
Esses garotos têm construído um império sobre os ossos do brit-pop, com cores musicais específicas, muito longe do Radiohead, a quem eles vêm sendo muito comparados ao longo dos anos. Absolution também foi o álbum que os levou de tocar em lugares de tamanho pequeno e médio para grandes arenas e estádios. De acordo com a banda e inúmeros críticos, no Glastonbury de 2004, em frente à 60.000 pessoas, eles fizeram a sua melhor performance. Infelizmente, também foi o dia que o pai de Dominic Howard, que foi ao show, faleceu de um ataque no coração. &#8221; esse show foi o show da nossa vida. A morte do pai do Dom foi surreal. Nós ajudamos o Dom o máximo que pudemos e ele estava feliz no sentido de saber que o pai estava lá para ver o desempenho do filho naquela noite&#8221;.<br />
Black Holes and Revelations foi lançado em 2006. Esse album introduz novas influências, de Queen a Philip Glass via o eletro-funk do Prince. E rapidamente é seguido pelo HAARP, gravado durante os 2 shows que eles fizeram no estádio Wembley em 2007. Prêmios caem como chuva. O tamanho descomunal dos seus shows inspiram novas amplitudes para o álbum seguinte, The Resistance, que termina com uma sinfonia em 3 partes chamada &#8220;Exogenesis&#8221;, nascida das influências clássicas de Bellamy.</p>
<p>O segredo da química deles sempre será um mistério, mas é algo que cresce com o passar do tempo.</p>
<p>O trio irá fazer show em breve no Stade de France, Glastonbury, com Stevie Wonder, Wembley, em quase todas as arenas da terra. Então, está você está preparado?</p>
<p><strong>Entrevista</strong></p>
<p><strong>R&#038;F: Vocês fazem turnês como se fossem maratonas. Como vocês se preparam para isso?</strong><br />
<strong>CW:</strong><em> Muito mais seriamente agora. Quando você é mais jovem você não liga para festa o tempo todo, mas não é mais assim. Eu malhei um pouco antes de tudo. Os shows exigem muito do físico, então isso ajuda a manter a forma. Por 10 anos eu tenho estado bêbado a maior parte do tempo enquanto estamos em turnê, mas agora eu parei de beber e eu me sinto muito melhor do que quando eu tinha 25. Você tem que tomar cuidados porque por mais que a sua mente se mantenha jovem você descobre que já não é tão mais forte quanto costumava ser.</em><br />
<strong>MB:</strong> <em>Nós fazemos algumas sessões na academia antes da turnê começar, mas eu sou muito preguiçoso e não gosto muito de esportes. A primeira semana é geralmente muito cansativa até que você se acostume com a rotina. De fato, você absorve a energia do público. Você transforma toda essa tensão e expectativa em energia e se alimenta disso. Eu preciso disso para estar em boa forma.</em></p>
<p><strong>R&#038;F: E você Dominic, quando vemos você tão magro é dificil entender como você pode tocar de um jeito tão poderoso. Qual o seu segredo?</strong><br />
<strong>DW:</strong> <em>(com uma voz profunda) A força vem de dentro (risos). Não, não tem nada a ver com o físico, quando você toca em frente a 60.000 pessoas é a adrenalida que te proporciona isso. Após um show você ainda está elétrico.</em></p>
<p><strong>R&#038;F: Esse tamanho enorme dos shows, não é muito exagerado?</strong><br />
<strong>CW:</strong> <em>É enorme sim, mas nós adoramos isso. No entanto nós sabemos que existem limites, você não pode passar de 100.000 pessoas ou não é mais um show. Nós adoramos fazer shows em estádios como Wembley ou The Park The Princes (Paris), é bem impressionante. Tocar em estádios não é algo que você pode prever, mesmo que você tenha um ego grande ou grandes ambições.</em><br />
<strong>MB:</strong> <em> Com shows tão grandes a pressão é muito importante. Quando você está em boa forma e bem confiante é ótimo, não existe nada melhor do que sentir que você pode chegar ao topo, você dá tudo para o público, acontece a maior parte do tempo. Mas quando você está cansado tudo pode ir pelo caminho errado, se tornar um pesadelo e então você se sente sem valor. É um trabalho arriscado. Essas turnês tem tido um impacto negativo nas nossas vidas pessoais. Nós estamos em um ponto em que temos que encontrar um equilíbrio em nossas vidas. É quando sua vida pessoal sai de controle que você fica cansado de tudo isso. Quando você está do outro lado do mundo e tem problemas com a sua namorada, ex namorada para mim, mas você não está lá para tentar resolvê-los. O lado ruim dessas turnês gigantes é o sacrifício da sua vida pessoal.</em></p>
<p><strong>R&#038;F: Durante essa turnê, que dá enfase um álbum bastante complexo, vocês trarão uma orquestra para o palco? Poderiam nos dar algumas pistas sobre o show?</strong><br />
<strong>MB:</strong> <em>Nós pensamos sobre a orquestra, mas a logística para trazer tantos músicos para o palco é muito complicada. Existem alguns limites e nossos shows já são tão grandes&#8230; acho que eu não conseguiria lidar com o tamanho do stress que isso causaria (risos). Então eu não sei se nós algum dia tocaremos Exogenesis completa ao vivo. Nós vamos começar a ensaiar e veremos se conseguimos usar sintetizadores para os instrumentos de corda&#8230;</em></p>
<p><strong>R&#038;F: O que você diz às pessoas que os acusam de megalomania com esses shows faraônicos?</strong><br />
<strong>CW:</strong><em> Nós não ligamos para megalomania. Foi o BH&#038;R que nos trouxe aonde estamos hoje, em nível de estádios. Têm sido um novo capítulo da nossa hsitória. O show também influencia nas gravações em estúdio. O Parc des Prince e Wembley influenciaram algumas músicas como Guiding Light. Existe um &#8220;sentimento de estádio&#8221; nelas.</em><br />
<strong>MB:</strong> <em>Sim, eu acho que nós ficaríamos felizes em voltar para algo mais simples. Mas nós estamos fazendo isso para testar nossos limites e ver o quão longe podemos chegar. É experimentação.  Mas nós ficaríamos felizes em voltar a fazer shows em lugares menores.</em></p>
<p><strong>R&#038;F: Qual a diferença entre um show em estádio e em um lugar menor em termo de sentimentos?</strong><br />
<strong>MB: </strong><em>Intimidade. Em lugares menores você pode ver as pessoas, rostos, você pode cantar para uma pessoa específica, e existe uma conexão. É menos dramático, menos épico, mais simples. Você não pode tocar as mesmas músicas que toca em estádios em lugar pequeno. Uma música como Take a Bow não funcionaria em lugares pequenos, foi feita para estádios.</em><br />
<strong>CW</strong>: <em>Sim, é bem diferente. Em shows com nível de estádio você se sente entusiasmado, é uma emoção muito forte e você se sente orgulhoso. Quando nós fizemos o show no Wembley foi de tirar o fôlego, fiquei muito emocionado quando subi ao palco. Toda a nossa familia estava lá. Naquele momento tudo voltou na minha mente: nosso início, a primeira vez que assinamos contrato com uma gravadora e eu pensei que não fazia tanto tempo assim.<br />
Um show pequeno é pura energia; há eletricidade no ar fluindo entre o público e o palco. Você pode ver a reação deles, existe um link assim como no estádio existe um transe coletivo. </em></p>
<p><strong>R&#038;F: Falando sobre transe, como você explica os dois, o fervor e a rejeição que o Muse provoca?</strong><br />
<strong>MB:</strong> <em>É difícil de dizer mas reações extremas são criadas quando algo inesperado e muito peculiar ocorre. Talvez minha voz possui uma frequência que alguns não aguentam (risos). Tudo depende do tamanho da orelha (mais risos).</em><br />
<strong>CW: </strong> <em>Se a música é extrema, causa reações extremas. Eu prefiro ver essas reações do que ser aquela banda que vende milhões de álbuns porque são vistos como politicamente corretos. Eu prefiro ter minha música amada por poucos do que achar &#8220;tudo certo&#8221; por milhões. Nós não fazemos músicas que ficam nas prateleiras sem serem escutadas. Nossos fãs são hardcore, eles têm todos os álbuns, singles, bootlegs, compram camisas e vão a vários shows durante a turnê. Algumas vezes eu vou ao nosso fórum e eles sempre estão falando sobre a gente, noite e dia.</em></p>
<p><strong>R&#038;F: A maior parte do seu sucesso vem de fãs que se identificam com as suas músicas. O que dizem a eles?</strong><br />
<strong>MB:</strong> <em>Eu acho que nós falamos sobre a situação do mundo nos últimos 10 anos. Como representa a educação e a mídia, o jeito como as pessoas realmente se sentem. Existe uma diferença, uma divisão. Eu acho que nossa música enfatiza isso. Nosso público sente essa confusão e deseja uma mudança.</em></p>
<p><strong>R&#038;F: Vocês sempre sentiram essa confusão?</strong><br />
<strong>MB:</strong> <em>Sim, eu acho que sim. Quando eu estava na escola eu não me sentia em sintonia com o que era ensinado, eu sempre questionava as coisas. Eu sempre confiava nos meus sentimentos sobre o mundo. É da mesma forma hoje em dia, eu tenho esse instinto que mexe comigo e me faz querer levantar contra uma ordem estabelecida. Existe algo errado com esse mundo e você tem que resistir. Eu nunca confiei nas informações que são empurradas para a gente. Eu meio que me revolto contra um pensamento dominante. Eu conto com emoções profundas. Talvez isso seja só um disturbio mental (risos).</em></p>
<p><strong>R&#038;F: O fervor dos seus fãs ainda é uma surpresa?</strong><br />
<strong>MB:</strong> <em>Ah sim! Eu sempre fico surpreso quando nós conhecemos fãs que possuem Muse ou os nossos nomes tatuados. Toda vez eu penso que nós nunca seremos capazes de acabar com a banda. Traz um tipo de responsabilidade. Nós temos uma forte ligação com os nossos fãs e é por isso que nós nunca iremos nos separar após uma briga, um mau humor ou porque um de nós se tornou um drogado, porque esse link é muito forte e nós temos que seguir em frente. Essa responsabilidade é algo que nos mantém sãos, e nos protege também.</em></p>
<p><strong>R&#038;F: O que vocês dizem quando as pessoas falam que o Muse é uma banda progressiva? Isso incomoda vocês?</strong><br />
<strong>MB:</strong><em> Sim, eu ouço isso cada vez mais. Mas é só uma parte do que nós somos. Nós temos um lado progressivo em algumas músicas, mas nós também temos um pouco de pop como em Starlight e Time Is Running Out. Algumas músicas tem sua inspirção no rock progressivo, mas se você olhar para os singles não é esse o caso. </em><br />
<strong>DH:</strong> <em>(fazendo uma careta) Para mim, rock progressivo está muito ligado aos anos 70, Pink Floyd, Genensis. Eu naõ gosto dessa fusão do rock e eu não acho que nós viemos disso. Esse termo &#8220;progressivo&#8221; não é pejorativo. Nós fazemos arranjos complexos. Mas é só uma terminologia aplicada às músicas que estão fora do padrão de 3 minutos.</em></p>
<p><strong>R&#038;F: Quais são suas melhores lembranças das turnês?</strong><br />
<strong>DH:</strong> <em>Nós temos muitas, mas a maioria esquecidas (risos) Eu não me lembro de muita coisa da turnê do BH&#038;R. Wembley foi inesquecível, o maior show que não foi fesival com 75.000 pessoas. Quando nós tocamos Blackout dois acrobatas apareceram em balões gigantes voando sobre o público e foi lindo. Por trás da bateria eu estava assistindo os dois, o show e o público, e foi como estar do outro lado dessa vez.</em><br />
<strong>MB:</strong><em> 2007 foi fantásico, junto com a turnê australiana. É muito dificil escolher uma em particular. Wembley e Glastonbury foram momentos incríveis é claro. Mas também Saint-Malo e la Route du Rock 10 anos atrás na frente de 10.000 pessoas. Naquela época foi o nosso maior show, um verdadeiro choque! Eu nunca vou esquecer Saint-Malo</em></p>
<p><strong>R&#038;F: Foi na França que a carreira de vocês decolou. Porque esse link peculiar com um país que não fala inglês?</strong><br />
<strong>CW:</strong> <em>Eu não sei, nos pegou de surpresa. Sim, nós começamos na França muito cedo. Nós não éramos conhecidos, mas em 2003 nós fizemos um pequeno show para a rádio Oui FM e 500 pessoas apareceram. Foi a primeira vez que nos pediram autógrafos, fotos, a primeira vez que nos sentimos como rock stars. Foi o primeiro país em que isso começou a acontecer. E o Route du Rock nos revelou. Para nós, a França foi o primeiro país a &#8220;aderir o movimento&#8221;, nos outros países isso foi mais lento.</em></p>
<p><strong>R&#038;F: Vocês já estão pensando no novo álbum? Algo mais clássico?</strong><br />
<strong>MB:</strong> Música clássica? Talvez mas eu não sei se será com o Muse. Talvez um projeto paralelo. Eu venho escrevendo algumas músicas mas eu não acho que será bom fazer um novo álbum do Muse tão cedo, nós precisamos de um descanso. E agora vem vindo uma nova turnê, então mais lenha para queimar!</p>
<p><strong>Scans da revista (clique nas imagens para ampliá-las):</strong><br />
<center><a href="http://erato1.files.wordpress.com/2010/06/117.jpg" target="_blank"><img src="http://erato1.files.wordpress.com/2010/06/117.jpg" width="120" height="215" alt="cover" /></a><a href="http://erato1.files.wordpress.com/2010/06/28.jpg" target="_blank"><img src="http://erato1.files.wordpress.com/2010/06/28.jpg" width="120" height="215" alt="cover" /></a></center><br />
<center><a href="http://erato1.files.wordpress.com/2010/06/33.jpg" target="_blank"><img src="http://erato1.files.wordpress.com/2010/06/33.jpg" width="120" height="215" alt="cover" /></a><a href="http://erato1.files.wordpress.com/2010/06/43.jpg" target="_blank"><img src="http://erato1.files.wordpress.com/2010/06/43.jpg" width="120" height="215" alt="cover" /></a></center><br />
<center><a href="http://erato1.files.wordpress.com/2010/06/53.jpg" target="_blank"><img src="http://erato1.files.wordpress.com/2010/06/53.jpg" width="120" height="215" alt="cover" /></a></center></p>
<p>Fonte: <a href="http://erato1.wordpress.com/2010/06/21/muse-in-rock-folk-magazine-june-2010-edition-france/">Erato Blog</a></p>
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		<title>Show do Muse na França!</title>
		<link>http://musebrasil.com/2010/06/show-do-muse-na-franca/</link>
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		<pubDate>Fri, 11 Jun 2010 19:21:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Muse Brasil</dc:creator>
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		<category><![CDATA[França]]></category>
		<category><![CDATA[setlist]]></category>
		<category><![CDATA[shows]]></category>
		<category><![CDATA[Stade de France]]></category>

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		<description><![CDATA[Foi dito que a Virgin Rádio transmitirá as 3 primeiras músicas do show do Muse que acontece agora na França! 
EDITADO: Especial do Muse agora na rádio!
- Clique aqui para ouvir a rádio!
Setlist do show:
01. Uprising
02. Supermassive Black Hole
03. New Born
04. MK Ultra
05. Neutron Star Collision
06. Guiding Light
07. Interlude + Hysteria
08. Nishe
09. United States Of [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Foi dito que a Virgin Rádio transmitirá as 3 primeiras músicas do show do Muse que acontece agora na França! </p>
<p><strong>EDITADO:</strong> Especial do Muse agora na rádio!</p>
<p>- <a href="http://www.virginradio.fr/#/Evenements/Vendredi-11-juin-Muse-EN-DIRECT-sur-Virgin-Radio" target="_blank">Clique aqui para ouvir a rádio</a>!</p>
<p><strong>Setlist do show:</strong><br />
01. Uprising<br />
02. Supermassive Black Hole<br />
03. New Born<br />
04. MK Ultra<br />
05. Neutron Star Collision<br />
06. Guiding Light<br />
07. Interlude + Hysteria<br />
08. Nishe<br />
09. United States Of Eurasia<br />
10. I Belong To You + Mon Coeur S&#8217;ouvre A Ta Voix<br />
11. Feeling Good<br />
12. MK Jam + Undisclosed Desires<br />
13. Resistance<br />
14. Time is Runnig Out<br />
15. Starlight<br />
16. Unnatural Selection<br />
Encore<br />
17. Unintended<br />
18. Exogenesis Symphony part 1: Overture<br />
19. Stockholm Syndrome<br />
Encore 2<br />
20. Take a Bow<br />
21. Plug in Baby<br />
22. Man With A Harmoinica + Knights of Cydonia</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.virginradio.fr/#/Evenements/Vendredi-11-juin-Muse-EN-DIRECT-sur-Virgin-Radio" target="_blank">Virgin Radio</a></p>
<p align="left"><a class="tt" href="http://twitter.com/home/?status=Show+do+Muse+na+Fran%C3%A7a%21+http://musebrasil.com/?p=6642+" title="Postar no Twitter! "><img class="nothumb" src="http://musebrasil.com/wp-content/plugins/tweet-this/icons/tt-twitter-micro4.png" alt="Post to Twitter" /></a> <a class="tt" href="http://www.facebook.com/share.php?u=http://musebrasil.com/2010/06/show-do-muse-na-franca/&amp;t=Show+do+Muse+na+Fran%C3%A7a%21" title="Postar no Facebook!"><img class="nothumb" src="http://musebrasil.com/wp-content/plugins/tweet-this/icons/tt-facebook-micro4.png" alt="Post to Facebook" /></a></p>]]></content:encoded>
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		<title>[Turnê The Resistance] Toulouse, França</title>
		<link>http://musebrasil.com/2009/11/turne-the-resistance-toulouse-franca/</link>
		<comments>http://musebrasil.com/2009/11/turne-the-resistance-toulouse-franca/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 22:44:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bells</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[França]]></category>
		<category><![CDATA[The Resistance]]></category>
		<category><![CDATA[turnê]]></category>

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		<description><![CDATA[ATUALIZAÇÃO: I Belong To You NÃO foi tocada. Pedimos desculpas (nós e todos os boards que anunciaram ela ao vivo hoje) pelo equivoco.
Setlist:
01. Uprising
02. Resistance
03. New Born
04. Map of the Problematique
05. Supermassive Black Hole
06. MK Ultra
07. Interlude + Hysteria
08. Nishe
09. United States of Eurasia
10. Feeling Good
11. I Belong To You  [X]
12. Undisclosed Desires
13. Starlight
14. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>ATUALIZAÇÃO:</strong> I Belong To You NÃO foi tocada. Pedimos desculpas (nós e todos os boards que anunciaram ela ao vivo hoje) pelo equivoco.</p>
<p>Setlist:</p>
<p>01. Uprising<br />
02. Resistance<br />
03. New Born<br />
04. Map of the Problematique<br />
05. Supermassive Black Hole<br />
06. MK Ultra<br />
07. Interlude + Hysteria<br />
08. Nishe<br />
09. United States of Eurasia<br />
10. Feeling Good<br />
11. I Belong To You <strong> [X]</strong><br />
12. Undisclosed Desires<br />
13. Starlight<br />
14. Time is Running Out<br />
15. Plug In Baby<br />
16. Unnatural Selection<br />
&#8212;encore&#8212;<br />
17. Exogenesis: Symphony Part 1. (Overture)<br />
18. Stockholm Syndrome<br />
19. Man With A Harmonica + Knights of Cydonia</p>
<p align="left"><a class="tt" href="http://twitter.com/home/?status=%5BTurn%C3%AA+The+Resistance%5D+Toulouse%2C+Fran%C3%A7a+http://musebrasil.com/?p=3983+" title="Postar no Twitter! "><img class="nothumb" src="http://musebrasil.com/wp-content/plugins/tweet-this/icons/tt-twitter-micro4.png" alt="Post to Twitter" /></a> <a class="tt" href="http://www.facebook.com/share.php?u=http://musebrasil.com/2009/11/turne-the-resistance-toulouse-franca/&amp;t=%5BTurn%C3%AA+The+Resistance%5D+Toulouse%2C+Fran%C3%A7a" title="Postar no Facebook!"><img class="nothumb" src="http://musebrasil.com/wp-content/plugins/tweet-this/icons/tt-facebook-micro4.png" alt="Post to Facebook" /></a></p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>The Resistance &#8211; Duplo de Platina!</title>
		<link>http://musebrasil.com/2009/11/the-resistance-duplo-de-platina/</link>
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		<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 00:35:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bells</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[França]]></category>
		<category><![CDATA[platina]]></category>
		<category><![CDATA[The Resistance]]></category>

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		<description><![CDATA[Com todo o sucesso do Muse na França, a banda nunca esteve tão famosa no país como agora! Muse recebeu Duplo de Platina do The Resistance na França, o mais recente álbum muito consagrado da banda! Confira as fotos:
 
 
Fonte: Rockerparis
 ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Com todo o sucesso do Muse na França, a banda nunca esteve tão famosa no país como agora! Muse recebeu <strong>Duplo de Platina</strong> do The Resistance na França, o mais recente álbum muito consagrado da banda! Confira as fotos:</p>
<p><center><a href="http://musebrasil.com/wp-content/uploads/2009/11/DSC03418.JPGcopie.jpg" title="The Resistance Duplo de Platina" width="600" height="400" class="thickbox"><img src="http://musebrasil.com/wp-content/uploads/2009/11/DSC03418.JPGcopie-150x150.jpg" border="0" title="Clique para ampliar" alt="Clique para ampliar" width="150" height="150" class="alignnone" /></a> <a href="http://musebrasil.com/wp-content/uploads/2009/11/DSC03419.JPGcopie.jpg" title="The Resistance Duplo de Platina" width="600" height="400" class="thickbox"><img src="http://musebrasil.com/wp-content/uploads/2009/11/DSC03419.JPGcopie-150x150.jpg" border="0" title="Clique para ampliar" alt="Clique para ampliar" width="150" height="150" class="alignnone" /></a></center><br />
<center><a href="http://musebrasil.com/wp-content/uploads/2009/11/DSC03420.JPGcopie.jpg" title="The Resistance Duplo de Platina" width="600" height="400" class="thickbox"><img src="http://musebrasil.com/wp-content/uploads/2009/11/DSC03420.JPGcopie-150x150.jpg" border="0" title="Clique para ampliar" alt="Clique para ampliar" width="150" height="150" class="alignnone" /></a> <a href="http://musebrasil.com/wp-content/uploads/2009/11/DSC03428.JPGcopie.jpg" title="The Resistance Duplo de Platina" width="600" height="400" class="thickbox"><img src="http://musebrasil.com/wp-content/uploads/2009/11/DSC03428.JPGcopie-150x150.jpg" border="0" title="Clique para ampliar" alt="Clique para ampliar" width="150" height="150" class="alignnone" /></a></center></p>
<p><font size="1">Fonte: <a href= http://rockerparis.blogspot.com/2009/11/muse-bercy-paris-nov-17th-2009.html target="_blank">Rockerparis</a></font></p>
<p align="left"><a class="tt" href="http://twitter.com/home/?status=The+Resistance+%E2%80%93+Duplo+de+Platina%21+http://musebrasil.com/?p=3918+" title="Postar no Twitter! "><img class="nothumb" src="http://musebrasil.com/wp-content/plugins/tweet-this/icons/tt-twitter-micro4.png" alt="Post to Twitter" /></a> <a class="tt" href="http://www.facebook.com/share.php?u=http://musebrasil.com/2009/11/the-resistance-duplo-de-platina/&amp;t=The+Resistance+%E2%80%93+Duplo+de+Platina%21" title="Postar no Facebook!"><img class="nothumb" src="http://musebrasil.com/wp-content/plugins/tweet-this/icons/tt-facebook-micro4.png" alt="Post to Facebook" /></a></p>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>[turnê the resistance] França</title>
		<link>http://musebrasil.com/2009/11/turne-the-resistance-franca/</link>
		<comments>http://musebrasil.com/2009/11/turne-the-resistance-franca/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 01 Nov 2009 21:10:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bells</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[França]]></category>
		<category><![CDATA[setlist]]></category>
		<category><![CDATA[The Resistance]]></category>
		<category><![CDATA[turnê]]></category>

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		<description><![CDATA[Hoje, para a surpresa de alguns, o setlist foi mais curto, teve uma ordem diferente das músicas, e Map of The Problematique, que tem sido uma regular, foi removida. Confira os setlists de ontem e hoje no resto do post:

01/11/09 &#8211; Amnéville-les-Thermes, França
01. Uprising
02. Resistance
03. New Born
04. Unnatural Selection
05. Supermassive Black Hole
06. Guiding Light
07. Interlude [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje, para a surpresa de alguns, o setlist foi mais curto, teve uma ordem diferente das músicas, e Map of The Problematique, que tem sido uma regular, foi removida. Confira os setlists de ontem e hoje no resto do post:</p>
<p><span id="more-3773"></span></p>
<p><strong>01/11/09 &#8211; Amnéville-les-Thermes, França</strong></p>
<p>01. Uprising<br />
02. Resistance<br />
03. New Born<br />
04. Unnatural Selection<br />
05. Supermassive Black Hole<br />
06. Guiding Light<br />
07. Interlude + Hysteria<br />
08. United States of Eurasia<br />
09. Cave<br />
10. Helsinki riff + Undisclosed Desires<br />
11. Starlight<br />
12. Time is Running Out<br />
13. Stockholm Sybdrome<br />
14. Exogenesis Symphony, pt.1 (Overture)<br />
15. Plug in Baby<br />
16. Man with a Harmonica + Knights of Cydonia</strong></p>
<p><strong>31/10/09 &#8211; Liévin, França (ontem)</strong></p>
<p>01. Uprising<br />
02. Resistance<br />
03. New Born<br />
04. Map od The Problematique<br />
05. Supermassive Black Hole<br />
06. Guiding Light<br />
07. Interlude + Hysteria<br />
08. United States of Eurasia<br />
09. Cave<br />
10. Undisclosed Desires<br />
11. Starlight<br />
12. Plug in Baby<br />
13. Time is Running Out<br />
14. Unnatural Selection<br />
15. Exogenesis Symphony, pt.1 (Overture)<br />
16. Stockholm Sybdrome<br />
17. Man with A Harmonica + Knights of Cydonia</strong></p>
<p align="left"><a class="tt" href="http://twitter.com/home/?status=%5Bturn%C3%AA+the+resistance%5D+Fran%C3%A7a+http://musebrasil.com/?p=3773+" title="Postar no Twitter! "><img class="nothumb" src="http://musebrasil.com/wp-content/plugins/tweet-this/icons/tt-twitter-micro4.png" alt="Post to Twitter" /></a> <a class="tt" href="http://www.facebook.com/share.php?u=http://musebrasil.com/2009/11/turne-the-resistance-franca/&amp;t=%5Bturn%C3%AA+the+resistance%5D+Fran%C3%A7a" title="Postar no Facebook!"><img class="nothumb" src="http://musebrasil.com/wp-content/plugins/tweet-this/icons/tt-facebook-micro4.png" alt="Post to Facebook" /></a></p>]]></content:encoded>
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