A turnê americana bombástica do trio está lotando arenas em todo país.
Por Josh Eells
Horas antes do show, o vocalista do Muse, Matthew Bellamy, está tomando chá quente em
em um palco escuro quase montado do Madison Square Garden. Na verdade ele está acima do palco – no topo de uma plataforma hidraulica de 3,5 metros, que será o seu lar durante essa tarde. “É bem precário aqui em cima”, ele diz, olhando da beirada. “Se você tivesse pra cair, poderia muito bem quebrar a perna. Ou até mesmo o pescoço. “Ele olha ao redor da arena. “Deviamos testar os lasers então?
O Muse nunca teve medo de ser um pouco exagerado. O trio com seu bombástico tipo de rock progressivo espacial estilo-Queen.
Demorou um poucos pros EUA se apegarem, mas agora, no seu quinto álbum, The Resistance (que foi lançado em setembro em terceiro lugar), eles estão com a sua maior turnê americana até agora – incluindo 19 cidades, headlining o Coachella e um preço que Bellamy coloca ao redor de 2 milhões. “Antes nós sempre deixavamos as coisas maiores na Europa,” diz o baterista Dominic Howard. “É legal trazer toda a parafernalha aqui e dizer: “É assim que a gente faz!”
Apesar de toda a ação no palco, o backstage não podia ser mais calmo. O total da lista de exigências – uma cesta de frutas, dois pacotes de chiclete, uma garrafa fechada de Grey Goose, algumas cuecas extra, etc. — cabe em uma mesa pequena. O baixista Christopher Wolstenholme está sentado fumando um cachimbo de madeira antigo. “Essa mistura chama Raven’s Next,” ele diz. “Eu não fumo maconha desde meus 15 anos, então é tipo ficar bem suavemente chapado.” Enquanto isso, Bellamy, passa a tarde lendo um livro sobre a evolução do biólogo Richard Dawkins e dando aula pra um visitante em algumas de suas causas de esquerda-libertária favoritas, uma revolução radical em direitos de propriedade. (“Se não fosse formalizado,” ele diz, “poderia acabar de uma maneira bem caótica — especialmente em um país como os EUA, onde armas são legalizadas.”)



































