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    Posts Tagged ‘entrevista’

    Entrevista com o Chris para site argentino

    quinta-feira, março 31st, 2011

    O Chris deu uma entrevista para o site argentino TN. Veja a tradução:

    A banda inglesa abrirá os shows que o U2 fará no La Plata! Matthew Bellamy(vocal, guitarra e piano), Dominic Howard(beteria e percussão) e Christopher Wolstenholme (baixo e backing vocals) estão muito felizes em estar em nosso país.

    Os membros do Muse adoram estar em turnê, amam visitar cidades e principalmente, seus fãs. Nós conversamos com Christopher, que nos deu detalhes do que eles estão vivendo agora.

    Como você está se sentindo em Buenos Aires?
    É ótimo estar nesse país. Nós tocamos aqui três anos trás e nos divertimos muito. Nós adoramos fazer turnê pela América do Sul a agora temos a possibilidade de fazer isso junto com o U2

    O que significa para você ser banda de abertura para uma das bandas mais importantes do mundo?
    Nós temos muito respeito por eles. Qualquer banda que está tocando junta há 30 anos e continua bem sucedida é ótima. Eles são muito gentis e amáveis com os outros. Nós tocamos com eles nos EUA e foi ótimo. Dessa vez eles nos estão dando a oportunidade de voltar à Argentina, o que é brilhante. É um prazer tocar com eles.

    Vocês são amigos deles?
    Sim! Ano passado na Austrália nós tivemos alguns problemas para voltar para a Europa. Os aeroportos estavam fechados por causa da neve. Eu moro em Dublin, assim como os caras do U2, e eu queria chegar em casa antes do Natal para ficar com a minha família. Bono e The Edge sabiam disso e eles mandaram o avião particular deles para nós. Foi um gesto muito grande, nós conseguimos passar o Natal com a família (risos)

    O que podemos esperar do show?
    Já que somos abertura, não teremos muito tempo. Um show com setlist de 45 minutos em que nós tentaremos incluir as múscas que nossos fãs mais querem. É uma grande chance de ser ouvido por pessoas que não conhecem o Muse. Será ótimo, pelo menos é o que esperamos!

    Como você define o estilo do Muse?
    É complicado, nós somos uma banda de rock que agrega estilos diferentes. Em cada álbum fomos influenciados por coisas novas e diferentes. Honestamente, nos sentimos muito orgulhosos e felizes com nossas músicas e adoramos elas.

    Fonte: TN

    Matt em entrevista para o jornal Clarín

    domingo, março 27th, 2011

    O Matt deu uma entrevista para o jornal argentino Clarín, confira a tradução:

    Com um crescimento que foi documentado em 5 discos de estúdio, o trio britânico chegou ao Everest com The Resistance, uma obra que reforçou seu caráter dramático e, no caminho, os levou a ganhar prêmios como o Grammy de melhor álbum de rock. Uma banda que começou a sombra de Radiohead, é comparada com Queen e saem em turnê de mãos dadas com o U2, tem o seu destino traçado.

    Em entrevista exclusiva para o Clarín, Matt Bellamy tenta aliviar a bagagem.

    Clarin: Muse é uma banda muito popular e reconhecida mundialmente. Qual foi a razão que os levou a aceitarem abrir shows do U2?
    Matt: Eles tocarão ao vivo para um número de pessoas que jamais tocamos na Argentina. Creio que essa é uma grande oportunidade para tocar para pessoas que nunca nos escutaram. Os shows do U2 na América do Sul, assim como no mundo todo, é uma das melhores coisas que se pode presenciar. Vemos isso como um passo a frente para que possamos ser conhecidos por outro público.

    Clarin: Sinceramente, antes de abrir os shows do U2, você gostava deles?
    Matt: Sim, claro. Na minha adolescência eu era um grande fã deles. Realmente, eu acho que eles são uma das melhores bandas que existem no momento e isso há muito tempo. Na verdade, tenho muitas expectativas para o show, de assistir um show deles sendo parte do espetáculo.

    Clarín: “The Resistance” possui esse fator grandioso que os discos clássicos possuem..
    Matt: Estamos mais decididos a falar sobre questões de uma forma mais universal, mas íntima. Eu amo fazer música e estar a par das coisas que estão acontecendo ao redor, não apenas internamente.

    Clarín: O nome soa como um grito de guerra. Você crê realmente na resistência como uma atitude?
    Matt: As resistências, as revoluções, podem causar grandes mudanças e são coisas que estamos vendo atualmente. Penso que esta força está no espírito do ser humano e creio que essa força que leva as pessoas a conseguir que as coisas mudem.

    Clarín: O fato de falar de paranóia, revelações ou fantasmas, é um jogo em sua mente ou você realmente acredita nessas coisas?
    Matt: As vezes a mente e a realidade em que vivemos não estão necessariamente separadas. Creio que a maneira como pensamos tem um efeito direto na maneira em que vivemos. A tragédia que aconteceu no Japão pode ser uma mostra disso..esses desastres naturais nem sempre são previsíveis. As pessoas podem ter uma idéia de que coisas assim podem acontecer, mas as vezes se esquecem de que pode acontecer a qualquer momento. Porém essa tragédia é uma demonstração inequívoca que devemos pensar que os desastres naturais estão longe. E isso não tem nada a ver com paranóia.

    Clarín: No início da sua carreira, vocês eram comparados com o Radiohead e agora são rotulados como o novo Queen. O que você acha da sua carreira?
    Matt: O Queen é a melhor banda do mundo definitivamente. Acho que existem poucas bandas no mundo que podem se equiparar a eles. Eles trouxeram sofisticação e riqueza à música e possui os elementos mais interessantes do que se pode chamar de “música popular”. Resumindo, eles abriram a porta para um som mais rico e interessante. Eu nunca poderia dizer que me sinto ofendido por ter influências de uma banda como o Queen!

    Fonte: Clarín

    Entrevista completa com o Muse da NME

    terça-feira, março 22nd, 2011

    Veja a tradução entrevista completa que saiu na NME desse mês, onde o Muse fala sobre os planos para os shows desse ano e do próximo álbum:

    Faz 5 anos desde que vocês tocaram no Reading e Leeds. Quais são suas lembranças?
    Dom: “Eu já disse isso várias vezes, mas o Reading foi o primeiro festival que nós fomos, em 1994, quando éramos adolescentes, então sentimos que foi uma enorme conquista para nós ser banda principal dele. Trouxe de volta muitas memórias e sentimentos da nossa juventude. E nós estamos esperando tanto quanto dessa vez! Mal podemos esperar para voltar!

    Vocês planejam alguma coisa especial para esse ano?
    Dom: Bem, vai ser um show bem diferente porque nós não tocamos na Inglaterra à quase um ano, e nós não queremos fazer o mesmo show que fizemos no Wembley. Queremos fazer algo especial, como se realmente fosse o tipo de show nunca visto antes.
    Chris: O negócio é, nós meio que paramos com a turnê “The Resistance” agora, e sentimos que se vamos fazer esses shows, queremos fazer algo único. Nós fizemos turnê do último álbum por um ano e meio, e as pessoas já viram esse show, sabe? Então nós estamos pensando há um bom tempo sobre o que podemos fazer – estivemos conversando por um tempo em tocar algumas b-sides ou tocar coisas que não tocamos há muito tempo. Existem muitas músicas antigas que nós nunca exploramos.

    Isso quer dizer que nós podemos esperar um setlist mais retrospectivo?
    Matt: “Bem, nós nos demos conta de que faz 10 anos que o Origin Of Symmetry foi lançado, e esse álbum foi o primeiro que nós fizemos que foi.. eu não quero dizer ‘competente’, mas foi nosso primeiro álbum reconhecido. Esses serão os nosssos últimos shows durante um tempo, e de alguma forma eu acho vamos sentir que estamos desenhando uma linha em uma fase da nossa carreira. Foi com o segundo álbum que as coisas começaram a acontecer para a banda e quando nós começamos a focar muito mais no lado ao vivo das coisas. Então será como completar um ciclo: nós deixamos ele de lado um pouquinho, e agora parece o momento certo de trazê-lo de volta e nos lembrar do que estávamos fazendo há 10 anos.”
    Dom: “Origin Of Symmetry” foi um álbum importante para nós, porque nós sentimos que mudamos como banda desde o ‘Showbiz’. Nós nos tornamos pessoas diferentes, crescemos um pouco e definitivamente mudamos como banda ao vivo naquela época – e drasticamente no estúdio. Nós nos perdemos no meio daquela loucura épica de algumas músicas que fizemos durante os anos. Então sentimos que foi um ponto de virada para nós, e parece certo celebrar as conquistas dos últimos 10 anos.”

    (mais…)

    Muse tocará algumas músicas do Origin Of Symmetry pela última vez

    terça-feira, março 22nd, 2011

    Em entrevista para a NME, falando sobre suas apresentações nos festivais Reading e Leeds, Matt disse que provavelmente algumas músicas do Origin Of Symmetry não serão mais tocadas após esse show, veja a tradução:

    “O frontman Matt Bellamy disse que a banda quer comemorar os 10 anos do lançamento do álbum “Origin Of Symmetry” de alguma forma nos shows. “Provavelmente será a última vez que algumas desses músicas serão tocadas ao vivo,” ele diz, sobre o álbum de 2001. Ele explicou que os shows “traçarão uma linha sobre essa fase de nossa carreira”.

    Ele adicionou: “Foi com o nosso segundo álbum que as coisas começaram a acontecer para a banda, e quando começamos a focar muito mais no lado ao vivo da coisa. Então será como fechar um ciclo: Nós deixamos elas de lado por um tempo, e agora parece o tempo certo de olhar para trás e lembrar do que estávamos fazendo há 10 anos.”

    Muse tocará nos festivais Leeds e Reading nos dias 26 e 28 de Agosto.

    Fonte: NME

    Entrevista com Matt e Dave Grohl em edição especial da NME

    domingo, março 6th, 2011

    O Matt deu uma entrevista junto com o Dave Grohl (Foo Fighters) para a edição especial da revista NME deste mês, veja a tradução:

    Matt Bellamy e Dave Grohl têm sido amigos por um bom tempo. A NME ficou feliz em reuní-los…

    NME: A quanto tempo vocês são amigos?

    Matt: Bem, nossa primeira turnê americana foi fazendo shows de abertura para o Foo Fighters. E nós trabalhamos juntos antes disso; Eu acho que tem mais ou menos uns 12 anos.
    Dave: É. Muito tempo.
    Matt(Para o Dave): Aquilo foi um momento extremamente excitante para nós, ir para lá, tocar em arenas pela primeira vez, podendo ver vocês tocarem…
    Dave: É! Aquela turnê foi a primeira vez em que nós tocamos em arenas, então nós ficamos conversando sobre o tipo de palco nós deveríamos ter. Alguém disse ‘Vamos ter o palco como a capa do álbum “Live Killers” do Queen.’ Então havia luzes apontadas diretamente para a platéia, nós chamamos de Forno de Pizza. Muito divertido, e durou muito tempo!
    Matt: Foi uma grande turnê. Nós fizemos um show na cidade natal do Dave, você se lembra? E foi um pandemônio. Os fãs ficavam se empurrando e quase que teve que ser cancelado.
    Dave: Você sabe quem pediu para eles se acalmarem? Minha mãe.

    NME(Para o Matt): Então é seguro dizer que você é um fã do “Godlike Genius” desse ano?

    Matt: Eu diria que esse cara é o baterista mais influente da minha geração. Das últimas duas ou três gerações para falar a verdade. Eu estou muito feliz que ele levou esse prêmio.
    Dave(tirando 40 dólares da carteira): Aqui Matt, eu só tenho dólar americano, me desculpe!

    Além da entrevista com o Dave Grohl, ainda tem uma entrevista só com o Matt, veja:

    “Eu me lembro quando nós ganhamos Best New Band (melhor banda estreante) no NME Awards em 1999,” diz Matt Bellamy após receber o prêmio de Best Brittish Band (melhor banda britânica) em 2011. “Aquela foi a primeira vez que nós ganhamos um prêmio. Foi uma grande coisa para nós. A gente estava em turnê na Alemanha na época, e eu me lembro que nós alugamos um avião particular – um barato – para voltar a Londres e receber o prêmio. Quando a gente estava voltando para a nossa turnê, estávamos sentados esperando para decolar quando um dos motores pegou fogo. Nós tivemos que evacuar o avião. E eu me lembro de sair dele segurando o prêmio que nós ganhamos e pensando: “Está tudo bem, nós ainda temos ele!”.
    Naquele momento foi literalmente mais importante do que qualquer outra coisa para nós. Parece brincadeira, mas é totalmente verdade. Nós pensamos que iríamos morrer e tudo que a gente conseguia pensar era em salvar o troféu”.

    Para a sorte nos últimos 10 anos da música, Muse não morreu. Eles ainda estão aqui. E enquanto eles tem mais prêmios do que nós temos jantares quentes, eles continuam merecendo cada um deles.

    Vocês ganharam novamente. O que vocês fazem com todos esses prêmios?
    Matt: Minha mãe fica com eles na casa dela. Eu gosto de ir lá para olhar para eles. Nós estamos muito satisfeitos com eles!

    Então nós devemos comprar para a sua mãe uma extensão para o ano que vem?
    “hahaha! Eu não sei nada sobre isso!”

    Você já acostumou a ganhar essas coisas?
    “De jeito nenhum. A questão é que esses prêmios são votados por fãs, e eles fazem a maior parte da industria musical. Então saber que é um prêmio escolhido por pessoas que realmente ouvem e compram sua música faz ele muito mais importante para nós.”
    (mais…)