Ele falou sobre seus projetos paralelos, sobre voltar ao estúdio no fim desse ano, sobre o amor que a banda tem pelo Rage Against The Machine e sobre tocar ao mesmo tempo que o Coldplay no Lollapalooza em Chicago esse ano.
Fonte: Live 105
Bem-vindo ao MuseBrasil.com, o primeiro e maior site brasileiro sobre Muse. No ar desde 08/07/2008, tem como objetivo ajudar a divulgação da banda em nosso país. Mais?
WP Cumulus Flash tag cloud by Roy Tanck and Luke Morton requires Flash Player 9 or better.
MuseBrasil.com | 2008-2010
Todos os direitos reservados
Ele falou sobre seus projetos paralelos, sobre voltar ao estúdio no fim desse ano, sobre o amor que a banda tem pelo Rage Against The Machine e sobre tocar ao mesmo tempo que o Coldplay no Lollapalooza em Chicago esse ano.
Fonte: Live 105
A Q Magazine publicou uma entrevista bem grande com o Muse, veja:

É sexta feira 13 e na sala dos fundos do estúdio fotográfico Big Sky no norte de Londres ouve-se um barulho. Segundos depois, o frontman do Muse, Matt Bellamy, e o baterista Dominic Howard aparecem, com os olhos arregalados, mas tranquilos. “Um espelho gigante acabou de cair da parede e quase atingiu Dom e eu,” diz Bellamy. O quão grande, a Q se pergunta? Grande do tipo que dá sete anos de azar? “Provavelmente“, responde o vocalista. “Mas o importante é que ele não quebrou.”
(mais…)
Confira a matéria/entrevista com o baixista Chris Wolstenholme publicada no Estadão.com.
Chris Wolstenholme era o cara que, no Morumbi lotado, antes do Muse tocar Knights of Cydonia, última música do seu set, pegava sua gaitinha e fazia uma homenagem a Ennio Morricone, ensaiando uma introdução de Man with a Harmonica.
Wolsthenholme é o baixista da banda britânica Muse. Tem 32 anos, 5 filhos, uma casa de classe média em Dublin e, desde janeiro de 1999, faz turnês pelo mundo e torce para que terminem antes do Natal. “Gosto de passar os feriados em casa, com as crianças”, disse Chris, falando ao Estado pouco antes de sua última apresentação na abertura do U2, anteontem.
Você vai fazer seu último concerto esta noite no maior concerto de rock de todos. Como se sentiu dentro disso? Esta tour tem o tamanho real do rock?
Eu acho que o U2 é um caso à parte. Quero dizer: em termos de tocar ao vivo, acho que não há ninguém maior que eles. Talvez apenas os Stones tenham feito frente a eles. A outra coisa é que eles vêm tocando juntos, e ininterruptamente, há um longo período de tempo. A maioria das bandas, às vezes, tornam-se, com o passar do tempo, apenas nostálgicas. Não é o caso do U2. A música que fazem hoje é ainda moderna, e sempre estão renovando seu som com o que há de mais moderno. São relevantes ainda. E olhe para a plateia deles: há crianças, adolescentes, senhores de idade. É um mix humano. É um prazer adicional tocar para o público deles, porque não é apenas um tipo de pessoa. Eles ultrapassaram barreiras de tempo.
Você, como baixista, como analisa a performance de Adam Clayton, do U2, considerado um dos melhores do mundo? Ele é um ídolo para você?
Há alguma coisa de similar entre nós e o U2, que é o fato de sermos bandas básicas. Só há uma guitarra em cada grupo. Isso dá ao baixista um papel mais relevante na condução. Às vezes há bandas com dois guitarristas, às vezes até três. E o baixista acaba fazendo apenas marcação de ritmo. O que acho bacana sobre Adam é que ele é cheio de groove, e age como uma moldura, ajuda The Edge a atingir o máximo de sua performance. É muito parecido com o que nós fazemos. Matt se sente mais livre para solar ao máximo.
Escrito por Jotabê Medeiros – O Estado de S. Paulo. Para ler a matéria inteira, clique aqui.
Fonte: Estadão.com