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    Posts Tagged ‘Dom’

    Entrevista com o Dom para a Crossbeat!

    sábado, setembro 18th, 2010

    No mês passado nós postamos os scans da revista japonesa Crossbeat, que você pode ver aqui!.
    Um fã japonês (usuário Uchu, do fórum oficial) traduziu a parte da entrevista que foi feita com o Dom para o inglês, confira a nossa tradução:

    cover

    Crossbeat: Vocês vieram ao Fuji Rock pela primeira vez em 2002, qual edição do festival te marcou mais?

    Dom: “O festival em si foi incrível mas eu estava morrendo de medo (risos). A causa disso não foi o show, a banda ou o público mas os insetos! Nós tocamos no Fuji algumas vezes mas a última vez (2007) foi horrível. O pior show que eu já fiz. O local do festival fica num resort de esqui no meio da floresta e de montanhas, então quando todas as luzes do palco se acenderam à noite, bilhões de insetos se juntaram todos de uma vez. Nós ficamos completamente cobertos de insetos no palco. Eu odeio muito insetos e besouros de 5 cm de repente estavam subindo na minha camisa e na minha calça durante o show. Eu tentei me concentrar em tocar bateria mas eu me distraía e não conseguia me divertir nem um pouco. Eu destrui minha bateria no final do show. Foi uma experiência horrível. Eu vi um besouro subindo na calça do Matt e eu me lembro de pensar “merda!” na época. Eu nunca quero ter uma experiência como aquela novamente. No entanto vamos tocar no festival Fuji Rock novamente (risos).
    Eu pedi para fazer uma roupa especial para o Fuji. É um macacão prateado como uma malha, ele cobre meu corpo todo e não permite que qualquer tipo de inseto entre, só deixa meu rosto de fora, para que eu possa respirar (risos). Eu não conseguirei tocar a menos que eu use ele, mesmo que seja tão feio (risos)”.

    Assim que o usuário disponibilizar o resto da tradução em inglês postaremos o resto da tradução para o português aqui!

    Fonte: board.muse.mu

    Entrevista com o Dom para o site CityLife

    domingo, setembro 5th, 2010

    Dom deu uma entrevista para o site CityLife um dia antes de fazer o show no Old Trafford Cricket Ground em Manchester. Confira a tradução:

    page

    “A fama do Muse sempre leva os méritos que merece. Basta assistir aos seus shows monumentais, que já incorporaram elementos variados como pirotecnia, lasers, acrobatas, e possivelmente até a pia da cozinha, o que resultou em inúmeros prêmios de melhor banda ao vivo. Afinal de contas, essa é a banda que, num ato de misericórdia, impediu, com seu gigante UFO, que a MTV Europe exibisse o show do Slayer derrubando a transmissão do canal.

    “Aparentemente a MTV ficou fora do ar por 20 minutos,” ri o baterista Dominic Howard. “Nós esperamos o Slayer aparecer e bater na gente com o típico estilo metaleiro. Embora eu não saiba como você pode ficar irritado com o disco voador que dá a luz à uma mulher alien, que faz uma dança com elegantes acrobacias de cabeça para baixo”.

    Bem, mais ou menos. Infelizmente, mesmo para um banda tão versada na arte do espetáculo em estádios, algumas idéias devem ser deixadas de lado.

    “Na América, a gente queria um zepelin gigante para voar para a platéia e projetar vários vídeos nele, e ter luzes gigantes que irradiam para a baixo como no filme Independence Day. Mas, “ suspira Howard, ” claro que foi colocado fora de cogitação pelos senhores da saúde e segurança.”

    Quando o Muse tocar no Old Trafford Cricket Ground amanhã será o momento culminante de um ano em que eles vêm consolidando o seu lugar no topo da “premier league” do rock. Quando o audivelmente ambicioso último álbum, The Resistance, foi lançado na última primavera, ficou no topo das paradas em 21 países (e alcançou número 3 nos EUA); até agora, já vendeu mais do que 8 milhões de cópias.

    A turnê subsequente passou pela cidade de Teignmouth em um show ao ar livre, banda de abertura em alguns shows do U2 (“Eu recebi conselhos do Bono bêbado”, ele gargalha. “Ele falava ‘Continuem assim – vocês podem ser tão grandes quanto nós’.”) e no Glastonbury, Muse forneceu um momento inesquecível para o festival: um cover de Where The Streets Have no Name, do U2, com o The Edge na guitarra. Para o baterista, entretanto, Glasto também teve um significado emocional. Em 2004, quando o Muse foi banda principal do evento, o pai dele desmaiou e morreu de um ataque cardíaco, pouco depois de ver o show no Pyramid Stage.

    “Para a banda, foi ótimo, mas em um nível pessoal, eu me senti muito estranho,” ele admite. “Eu não tinha certeza de como me sentiria sobre isso. Eu senti como se estivesse tocando em memória e honra a ele. Eu tinha que conseguir pensar dessa forma, apenas para conseguir seguir com isso. Por mais que tenha sido um show incrível, foi desconfortável para mim. Somente o tempo pode te ajudar a lidar com esse tipo de coisa, infelizmente”.
    (mais…)

    Mais uma entrevista com o Dom!

    quarta-feira, agosto 18th, 2010

    O canal do youtube do programa In The Qube adicionou mais uma entrevista com o Dom hoje, confira:


    Ele respondeu algumas perguntas: se ele tivesse um super poder queria ter o poder de voar, que ele não vive sem o iPhone, que gostaria que Christopher Walken o interpretasse caso a vida dele fosse lançada em um filme e se tivesse que comer a mesma coisa pelo resto da vida ele escolheria o sushi.
    (A entrevista será legendada em breve)

    Fonte: Canal do youtube SonyTheQube

    Entrevista com o Dom no In The Qube

    quarta-feira, agosto 18th, 2010

    Confira uma entrevista dada pelo Dom alguns meses atrás no programa In The Qube:


    Na entrevista ele fala sobre as influências nas músicas da banda e o que eles sentiram ao produzir sozinhos o último álbum lançado, The Resistance.

    Fonte: Canal do youtube SonyTheQube

    Entrevista com Matt e Dom para rádio KROQ

    quarta-feira, agosto 11th, 2010

    A rádio KROQ transmitiu ontem uma entrevista com Matt e Dom. Confira o vídeo:


    Na entrevista eles falaram sobre o que estão fazendo enquanto estão de folga em Los Angeles, sobre os shows que fizeram na última turnê norte americana e sobre construção da idéia do palco com as torres.
    Falaram ainda sobre antigas gravadoras, a saga Crepúsculo, sobre as coisas que ainda querem fazer antes de morrer, como foi a experiência de tocar com o U2 e no final participaram de um jogo rápido com o entrevistador.

    Fotos que o entrevistador Ted Stryker postou no twitter:

    cover

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    (clique nas fotos para vê-las em tamanho maior)

    Fonte: KROQ