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    NME fala sobre o Muse no Glastonbury

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    A NME publicou sua resenha/crítica ao Muse e ao show da banda no Glastonbury Festival ontem! Confira o que a revista tem a dizer:

    Muse Glasto

    As pessoas gostam de enfatizar certos momentos do Glastonbury – Aqueles instantes de transcendência e comunhão, em que a banda, o clima e o público estão em completa harmonia.

    Ontem Muse proporcionou um momento que poucos esquecerão: Uma versão extraordinária e de tirar o fôlego de “Where The Streets Have No Name”, do U2, com a participação do The Edge na guitarra.

    Aquele riff de guitarra do começo foi feito para eventos gigantescos como esse. Segundo Bono, U2 estava planejando abrir o show com essa música – Você pode imaginar o quão maravilhoso teria sido a apresentação deles se não tivessem sido forçados a cancelar.

    Pena que o resto do show do Muse não foi tão emocionante. Foi interessante ver o The Edge se juntar a eles no palco, porque as duas bandas têm algo em comum.

    As duas bandas sabem fazer tanto algo de fundamental grandiosidade, e algo tão vazio que chega a ser gritante (E as duas bandas têm ido em direção a segunda descrição em seus respectivos últimos álbuns).

    Deixando a participação especial de lado, foi difícil não ter a sensação de que tudo aquilo era muito normal, em relação ao show do Muse. A última vez que eles fecharam o Glastonbury foi em 2004, e não teve nada de muito diferente nesse show de ontem, em termos de visual.

    São poucas pessoas que ainda não viram um show do Muse como atração principal num festival nos últimos anos.

    Mas, mesmo assim, a banda tentou fazer tudo parecer novidade – Matthew Bellamy solou em New Born ao estilo Eddie Van Halen, tocaram um Lado-B antigo (Nishe), e o baixista, Chris Wolstenholme, por algum motivo, fumou um cachimbo. Isso tudo foi Muse fazendo o que sempre fazem: Se apresentar com perfeição e eficiência.

    O público foi à loucura, é claro. É sempre assim com Muse. O que é estranho, porque a banda nunca faz nada para incentivar tanta paixão vinda do público.

    Ao vivo, eles sempre foram meio distantes e remotos, de alguma forma. Nenhuma alegria, nenhuma conexão.

    Isso não era problema na época auge do brilhante “Black Holes and Revelations”, mas o álbum mais recente “The Resistance” não conseguiu alcançar a imaginação do público da mesma forma.

    E a entediante “Guiding Light”, ontem, principalmente, me fez sentir saudade daquela banda, tão brilhante ao vivo, que nos deu Cave e Fillip 10 anos atrás.

    Não podemos esquecer do fato de ter sido um milagre uma banda tão pesada e tão original ter sido muito bem aceita na mídia mainstream.

    Mas você fica com essa impressão de que Muse está numa transversal. É impossível eles ficarem mais grandiosos do que já são. Já alcançaram todos os níveis.

    Talvez tenha chegado a hora de eles tirarem o pé do acelerador e lançarem algo com mais sentimento, mais pessoal, e numa escala humana.

    Fonte: NME

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    1. eu posso me calar agora e isso ja basta
      eu nao vou falar mais nada a respeito…

      Gabriel — 27 de junho de 2010 às 20:55
    2. Nem digo nada quanto ao show, mas assino embaixo quanto aos cds XD

      Guilherme — 28 de junho de 2010 às 0:31
    3. eu tô tendo a impressão q esse cara tá é falando mal do muse…

      ”entediante Guiding light”? fala sério!

      mona — 28 de junho de 2010 às 10:07
    4. Gostei da crítica. Acho que o que ela quis dizer foi: deixem de bobeirinha “rock star” e voltem a ser músicos…XD

      Laura — 28 de junho de 2010 às 10:23
    5. A primeira crítica realista sobre o Muse de 2010.

      Leandro — 28 de junho de 2010 às 19:41
    6. ué, e guiding light não é a coisa mais entediante que o muse já fez?

      Guilherme — 30 de junho de 2010 às 18:08
    7. A primeira crítica realista sobre o Muse de 2010. [2]

      Letícia — 30 de junho de 2010 às 20:57
    8. uau, grande espirito esse de vcs, vcs querem diversao entao vao ouvir techno e dancar em boate, MUSE e acima de qualquer outra coisa uma banda evoluida, eu tb nao sinto vontade de pular com o TR ou o BHaR como eu sinto com o showbiz ou o origin, mas vcs tem q ver q eles nao vao ficar a vida toda fazendo a mesma coisa, se for por isso a exogenesis nao e boa, deixem de ridicularidade, se querem animacao vao atras de pop ou algo do tipo “sem nocao”, MUSE e uma banda que transcende, eu tb acho guding meio morta, mas eu comprerendi a energia dela ao vivo como em estudio, pode faltar emocao pq nao sao criancas tentando provar coisas pros outros, sao artistas dando o melhor de si no palco, deixem de reclamar, a fase jovem da banda foi maravilhosa + ja acabou agora fica o que eles vao levar pra vida toda a musica, me desculpe + quem nao sente guiding e pq nao e fa, pelo – nao como eu sou, e so ficam os fas que sabem amar a banda ate nos ultimos detalhes
      q merda e essa de MUSE de 2010, o MUSE e o mesmo desde que nasceu

      gabriel — 1 de julho de 2010 às 15:44
    9. Como fã RECENTE de Muse, talvez eu ñ possa falar muito. Mas já ouvi a discografia várias vezes. Adoro tudo. E o mais importante, eu NÃO CONSIGO achar sentido em dizer q eles mudaram!
      Sério, isso de criticar o TR já parece ter virado moda, especialmente entre críticos… É como se pra ser alternativo ou respeitado você tivesse obrigação de dizer que é um álbum ruim ou abaixo das expectativas.

      Isso tudo pelo único motivo de o álbum ter um apelo mais comercial. Ok, ñ discordo q tenha. Mas isso ñ é um problema… é um grande álbum, q abrange praticamente tudo o q a banda já fez, e pra mim ele soa mais como um resumo do q é Muse do q uma mudança no trabalho deles. O lado clássico está lá. O mais pesado tb. O eletrônico tb. E o lado pop tb, q já existia no Absolution. E é um álbum q alcança a imaginação tanto qto os outros, ao menos comigo foi assim. E não, não concordo q Guiding Light seja entediante. É um grande rock d arena q lembra baladas dos anos 80. Acho linda.

      Muse de 2010 me soa como o mesmo de sempre. Pode ser q eu esteja errada. Mas repito q ñ vejo motivo pra tanta rejeição.

      E, dizer q eles estão distantes e remotos??? Eles sorriram o show inteiro. Apontaram pro público, conversaram… a conexão deles com os fãs no palco é uma coisa impressionante. Considero isso + vontade de criticar do q uma crítica real.

      Angie — 1 de julho de 2010 às 20:32
    10. falou e disee minha amiga, eu como vc acompanho a a banda a pouco tempo, + ou – desde quando eles entraram em estudio para o TR (a +ou – quase 2 anos), e concordo que MUSE esta melhor do que nunca e ainda e a mesma banda que comecou com um album chamado showbiz, entao acreditem que eles sao e sempre serao os mesmos garotos de Devon que se chamavam Rocket Baby Dolls e que se tornaram o que sao hoje, a banda das nossas vidas

      gabriel — 2 de julho de 2010 às 7:02
    11. mimimi quem discordar de mim não é fã…
      Papinho batido, hein gente?

      Eles mudaram sim, queiram ou não assumir. Eu, particularmente, não gostei da mudança e, alguns aspectos. Guiding Light é um lixo. Undisclosed desires é, no máximo, mediana e I belong to you é desastrosa ao vivo (baseado nos videos e nos depoimentos de quem foi). Aí eu pergunto, a alma deles não era o show? E quando metade do novo cd NÃO funciona ao vivo? Gosta de Guiding Light? Ótimo, tem todo o direito. Mas que ela já é batida desde a década de 80, ah é.

      E sim, eles são distantes ao vivo. Eu os vi quando vieram no Brasil em 2008 e eles são frios sim. Nós, fãs, nos identificamos com a música e não ligamos. O Matt pode vomitar no palco que vai ter muito fã chamando ele de gênio.

      O que eu achei que faltou no Resistance foi ALMA. Coisa que existia de sobra no Absolution e que ainda existia no Black Holes. Não adianta querer fazer músicas épicas se o principal elemento do épico não tá lá: a Humanidade.

      Guilherme — 3 de julho de 2010 às 15:29
    12. garnde epico esse negocio de a Humanidade
      grande merda
      quando os “mundos” cairem sobrara apenas um
      e esse já tera vendido sua alma por sobrevivencia a muito tempo
      se nao sente como eu sinto
      o problema é seu
      divirta-se com o q acha q eu serei feliz com o q eu acho

      gabriel — 8 de julho de 2010 às 18:30
    13. desculpem pelo mau jeito
      ñ gostei do penultimo comentario
      chamo as criancas para casa agora…

      gabriel — 8 de julho de 2010 às 18:37
    14. o resto do concerto nao foi tao emocianante?! so podem tar a gozar…nao e so por os muse terem tocado com o the edge que o resto do concerto nao foi fixe

      mariana — 17 de agosto de 2010 às 17:32

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